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Racing Point: Uma Imagem Mal Gerida

O caso da gestão de imagem da Racing Point entre 2018 e 2020 deveria ser estudado pelas faculdades de Relações Públicas tanto quanto o caso da Escola Base é abordado nas de Jornalismo. O motivo é o mesmo: trata-se de um exemplo do que um bom profissional definitivamente não deve fazer.

Sucessivos erros e negligências tornaram a equipe e seus pilotos (principalmente Lance Stroll) alvos de constantes ataques e desinformações por parte da imprensa. É provável que houvesse um conflito entre as soluções para os problemas de imagem e os interesses da escuderia. Esta matéria tem por objetivo analisar as falhas da Racing Point em lidar com as sucessivas crises de imagem antes de sua transformação em Aston Martin.

 

(A autora da matéria é formada em Rádio, TV e Internet pela Faculdade Cásper Líbero, e fez cursos de Assessoria de Imprensa e Gerenciamento de Crise pela mesma instituição e pelo Senac. Suas professoras foram Neuza Serra e Aurora Seles.)

 

1- O início da Racing Point e a primeira crise: o Caso Esteban Ocon

 

Em 2018, o empresário indiano Vijay Mallya enfrentou problemas judiciais na justiça de seu país natal, que o acusava de fraude e lavagem de dinheiro. Somado a isso, sua escuderia na Fórmula 1, a Force India, decretou falência em julho daquele ano devido ao acúmulo de dívidas. Em meio às várias especulações sobre o futuro do time (entre elas a de que seria comprado pelo empresário mexicano Carlos Slim, um dos patrocinadores de Sergio Pérez), o canadense Lawrence Stroll, pai de Lance, se juntou a um grupo de empresários para montar um consórcio e comprar a Force India. Consequentemente, a escuderia correu o resto da temporada de 2018 sob o nome de Racing Point Force India.

 

Vijay Mallya: dono da Force India de 2007 a 2018. (Foto: Getty Images) [1]

 

Lance Stroll até então corria pela Williams, uma equipe marcada por sérios problemas administrativos. A chefe de equipe, Claire Williams, e o engenheiro-chefe, Paddy Lowe, buscavam transferir a culpa do mau desempenho do time aos pilotos, embora o motivo deste problema estivesse na estrutura precária do carro montado pelo departamento de engenharia. A imprensa adotou a narrativa de Claire e Lowe e passou a atacar Stroll e seu companheiro de equipe Sergey Sirotkin.

Devido ao fato de um dos novos donos da Force India ser pai de um piloto, especulou-se de que ou Sergio Pérez ou Esteban Ocon sairia para dar lugar a ele. Pérez trazia mais patrocínios e conseguia pontuações mais altas, tornando-o a escolha mais provável para continuar na equipe. Por outro lado, Esteban Ocon era amigo pessoal de Lance Stroll, embora o componente emocional não seja definitivo em decisões de negócios. No entanto, o que pouco se falou foi que Ocon já era cotado para deixar a Force India, pois seu então padrinho Toto Wolff, chefe de equipe da Mercedes, teria lhe oferecido uma vaga em seu time se não dificultasse para Lewis Hamilton em uma possível disputa por posições no Grande Prêmio de Mônaco de 2018.

 

Toto Wolff falhou em arranjar um assento a Esteban Ocon 2019, mas o piloto preferiu deixar a mídia culpar Lance Stroll. (Photo: EsporteNET) [2]

 

Segundo o radialista e teórico da comunicação americano Ben Shapiro, os fatos tornam-se irrelevantes para a mídia quando esta cria uma narrativa para seguir sua agenda. Na análise do sociólogo e teórico da comunicação alemão Theodor Adorno (1903-1969), a mídia tem uma visão puramente mercadológica de seu público-alvo. Conciliando as duas teses, vemos que não era interessante para a imprensa divulgar a verdade (de que Esteban Ocon estava de partida), pois atenderia mais à sua agenda e a seus interesses financeiros criar polêmicas para vender manchetes, mesmo que isso prejudicasse a reputação de Lance Stroll.

A equipe de assessoria de imprensa do canadense nunca conseguiu administrar bem a crise de imagem gerada pela perseguição midiática. Muitos jornalistas se recusavam a reconhecer seus feitos na Fórmula 1, que a própria categoria considera “históricos”. A estratégia adotada era de simplesmente ignorar comentários maldosos da imprensa e dos torcedores. Embora isso seja um bom plano para manter o controle emocional, “o silêncio nunca é a melhor resposta”, como dizia a professora Neuza Serra. Era dever dos assessores de Stroll deixar bem claro que o mesmo nunca se enquadrou no perfil de “piloto pagante”, pois cumpriu todos os pré-requisitos da FIA para o ingresso na Fórmula 1 (como os 40 pontos na Superlicença, que são obtidos, nunca comprados) e conseguiu um pódio e dois recordes em seu ano de estreia, por uma equipe pouco competitiva.

 

Pódio de Lance Stroll no Grande Prêmio do Azerbaijão: o último da Williams. (Foto: FORMULA1) [3]

 

Esteban Ocon se aproveitou da polêmica para se omitir sobre o caso. Mesmo sabendo que a culpa de sua provável saída da Fórmula 1 era da falha de Toto Wolff em lhe arrumar um assento em outra equipe (já que as outras escuderias viam com desconfiança as relações entre Ocon e Mercedes), ele preferiu deixar a mídia culpar a compra da Force India por Lawrence Stroll e seus sócios. Só depois de meses que o piloto se pronunciou contra os ataques a Lance Stroll, mesmo não sendo sincero sobre os responsáveis por sua situação delicada. Manter a polêmica apesar do pronunciamento foi uma ótima estratégia de autopromoção para Ocon.

 

Esteban Ocon esclarecendo a polêmica, pero no mucho. (Foto: Instagram) [4]

 

2- A segunda crise: a saída de Sergio Pérez e o ingresso de Sebastian Vettel

 

Durante o ano de 2019, Lance Stroll levou mais tempo para se adaptar ao novo carro, e consequentemente suas pontuações estavam abaixo das de Sergio Pérez. Logo, alguns setores da imprensa continuavam a duvidar de sua capacidade, como foi o caso do comentarista Reginaldo Leme durante a transmissão do Grande Prêmio da França pela Rede Globo. Apesar disso, teve alguns resultados impressionantes, como o quarto lugar na Alemanha.

Em 2020 a Racing Point começou a temporada como uma candidata a “equipe de ponta”, com um ótimo desempenho dos carros e pilotos. Entretanto, o time foi acusado de copiar os sistemas de freios da Mercedes e, com isso, ganhar vantagens. Apesar da equipe ter sido condenada a pagar uma multa e perder 15 pontos no campeonato depois de uma investigação, os pilotos conseguiram trazê-la de volta ao topo. Na época, Lawrence Stroll se pronunciou sobre o caso, ressaltando que não costuma aparecer na imprensa, mas que pretende esclarecer a situação, provando a integridade de sua escuderia.

 

 

A Renault liderou o movimento contra a Racing Point, embora seu passado não seja exatamente o mais ético na Fórmula 1. [5]

 

O caso logo foi esquecido com uma segunda crise de imagem: novamente, a mídia encontrou uma oportunidade de manchar a reputação de Lance Stroll em acusá-lo de ter influência sobre as decisões da Racing Point por ser filho de um dos donos. Após ser demitido da Ferrari, devido a uma série de decisões erradas que custaram pontos à equipe, Sebastian Vettel estava sem opções para o grid de 2021. Decidiu comprar ações da Aston Martin, empresa que seria a dona da Racing Point no ano seguinte, e logo garantiu sua vaga. O problema estava na divulgação dos acontecimentos: a Racing Point ora negava, ora confirmava a vinda de Vettel, e também havia inconstância nas narrativas sobre se Sergio Pérez havia sido avisado ou não.

O fato é que a Racing Point jamais abordou em seus releases que Sebastian Vettel era mais do que um piloto, mas sim um acionista. E mesmo grandes nomes da mídia noticiando o fato (como Sergio Quintanilha e Adam Cooper), a imprensa investiu novamente em insinuar que Sergio Pérez foi dispensado porque demitir Lance Stroll estava fora de cogitação. O natural de uma equipe de assessoria de imprensa seria justamente esclarecer dois pontos primordiais neste caso: o de que Stroll é um piloto com um bom começo de carreira, e por ser jovem pode ser um bom investimento a longo prazo, e que Vettel comprou seu assento. Em vez disso, tanto a assessoria da equipe quanto a de Stroll preferiram omitir o que seria crucial para encerrar a crise.

 

3- A passividade de Lance Stroll (e de sua assessoria de imprensa)

 

Diante dos fatos elencados, também não se deve ignorar que a postura de Lance Stroll diante das sucessivas crises pelas quais passa sua imagem é no mínimo curiosa. Como dito anteriormente, o piloto e sua assessoria de imprensa preferem ignorar os insultos porque sabem que estes não possuem fundamento, mas acabam desperdiçando uma boa oportunidade de revelar a verdade à imprensa e melhorar sua imagem. Ignorar a crise não vai fazê-la sumir, só a faz aumentar.

A prova de que Lance Stroll não possui privilégios na Racing Point (como muitos da mídia insinuam) é que seus estrategistas falham constantemente nos planos para as corridas (principalmente nos pit stops, como no Grande Prêmio da Turquia, de onde Stroll largou da pole position), e não há nenhuma queixa do piloto ou de sua família quanto a isto. E sua assessoria poderia usar um recurso muito útil para silenciar por definitivo esses boatos.

 

Embora os estrategistas estejam falhando constantemente, nem Lance Stroll nem sua família reclama disso. Esta é apenas uma das muitas provas de que Lance não está recebendo privilégios na equipe. [6]

 

Como comprovado em “A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país”, aqueles que criticam a fortuna de Lance Stroll, um piloto indígena e judeu, e não fazem o mesmo com pilotos brancos com menos feitos, são racistas. O mesmo vale para aqueles que criticaram os investimentos de Lawrence Stroll na Force India e não fizeram o mesmo com os de Sebastian Vettel na Aston Martin. A imprensa, em sua visão mercadológica, se passa por apoiadora da luta contra as desigualdades sociais, e como afirmado por Ben Shapiro, investe no discurso da luta de classes para engajar seu público-alvo. Mas é muito suspeito que o condenado nessa narrativa seja justamente um piloto indígena e judeu, membro de minorias étnicas e engajado em causas sociais.

Por esta lógica, o que aparentemente seria um caso de narrativa de promover uma luta de classes (entre o piloto “sortudo por ser rico” e os torcedores “sem a mesma sorte”) acaba por se revelar um discurso reacionário que reforça um sistema de opressão de minorias, pois nega o direito de fortuna ao atleta de etnias historicamente perseguidas (judeus e indígenas) ao mesmo tempo que permite ao que pertence ao grupo dominante (europeus brancos).

(“A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país”, p. 120-121)

 

Portanto, é estranho que a assessoria de Lance Stroll não aponte o caráter racista nos ataques da mídia ao piloto. Se assim fizesse, a imprensa seria obrigada a noticiar, e os jornalistas, temendo serem taxados como “racistas” pela opinião pública, mudariam o discurso. Também suspeito é o fato de Stroll ainda considerar Esteban Ocon seu amigo, mesmo quando este usou uma crise da imagem do canadense para se autopromover em vez de ajudá-lo.

 

Como diria o Robin, “Santa Ingenuidade, Batman!” [7]

 

Além disso, o ingresso de Sebastian Vettel na Aston Martin provocou uma atitude suspeita no próprio Lawrence Stroll, cujo posicionamento não condiz com a realidade e coloca em xeque a reputação do próprio filho. O empresário culpou a demissão de Vettel da Ferrari antes do início da temporada de 2020 pelo mau desempenho do alemão naquele ano (ignorando que essa “má fase” já ocorria nos últimos anos devido a “erros individuais” de Vettel, levando-o a ser demitido, como relatou o jornalista e ex-piloto Martin Brundle). Também responsabilizou o carro da Ferrari pelo infortúnio do piloto, ignorando que, diferente do que houve com seu filho e Sergey Sirotkin na Williams em 2018 (no qual ambos os pilotos tinham dificuldades nas pistas devido ao carro), o desempenho de Charles Leclerc em 2020 muito acima do de Vettel prova que, embora tenha um impacto, o carro da Ferrari não foi o fator principal pelo rendimento abaixo do esperado do alemão. Por fim, ao confiar que Vettel trará benefícios à equipe por ter sido tetracampeão com a Red Bull entre 2010 e 2013, o empresário recorre à falácia argumentum ad antiquitatem (apelo à tradição ou ao passado), apresentando o futuro como uma continuidade de um passado distante, ignorando as mudanças que ocorreram no presente. Ora, a Mercedes também não tinha um tetracampeão em 2014, quando sua equipe era composta por Lewis Hamilton e Nico Rosberg, e venceu todos os campeonatos a partir daquele ano. O próprio Lawrence Stroll não menciona a compra de ações de Vettel, como se quisesse também esconder esse fato para que o alemão não seja lembrado como “comprador de vaga” (recorrendo a seu passado para ajudar na estratégia de divulgação), e consequentemente, por falta de ciência ou por consentimento, permite que a mídia continue distorcendo a imagem de seu filho Lance para satisfazer seus objetivos mercadológicos.

 

4- Conclusão

 

A assessoria de imprensa da Racing Point falhou constantemente em proteger seus pilotos, principalmente Lance Stroll, de ataques descabidos e sensacionalistas por parte da mídia. E mesmo que isso signifique que Stroll não possui privilégios em sua equipe, a imprensa prefere ignorar os fatos para obter vantagens financeiras através de polêmicas.

Às vezes, as empresas acabam por permitir certas crises de imagem para esconder seus reais interesses. No caso da Racing Point, era óbvio que Sebastian Vettel não queria ser lembrado como “o piloto que precisou comprar sua vaga porque, apesar de seu passado glorioso, seu presente estava um desastre”. Logo, a equipe omitiu uma informação que seria essencial para salvar a reputação de Lance Stroll. Percebe-se, portanto, que se há um privilegiado na Racing Point (atual Aston Martin), esse alguém é Vettel. A passividade do piloto canadense e de sua assessoria de imprensa é um exemplo claro de como não encarar uma crise de imagem causada pela mídia.

 

Estão fazendo um ótimo trabalho na engenharia. Só falta melhorar na assessoria de imprensa. [8]

 

5- Bibliografia

Para melhor compreensão das fontes, a bibliografia foi dividida em seções de acordo com as informações apresentadas na matéria.

 

1- Criação da Racing Point

 

2- Caso Esteban Ocon

 

3- Caso Williams

3.1 Claire Williams e Paddy Lowe responsabilizando os pilotos pelos problemas da escuderia (de 2017 a 2018)

3.2 Reais causas dos problemas

 

4- Comentário de Reginaldo Leme

  • REDE GLOBO. Transmissão do Grande Prêmio da França de 2019. Disponível em: <https://globoplay.globo.com/v/7713539/>. Acesso em 12 mar. 2020. Apud ALVES, Rebeca Pinheiro Rodrigues. A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país. Orientador: Renato Tavares Júnior. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação em Rádio, TV e Internet) – Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, 2020. (Página 83, nota de rodapé 221).

 

5- Feitos de Lance Stroll na Fórmula 1

 

6- Ações filantrópicas e causas sociais defendidas por Lance Stroll

  • MONTREAL CHILDREN’S HOSPITAL. F1 race car driver Lance Stroll visits patients at the Children’s. Montreal Children’s Hospital. Montreal, Canadá, 07 jun. 2017. Disponível em: <https://www.thechildren.com/news-and-events/latest-news/f1-race-car-driver-lance-stroll-visits-patients-childrens>. Acesso em 12 ago. 2020. Apud ALVES, Rebeca Pinheiro Rodrigues. A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país. Orientador: Renato Tavares Júnior. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação em Rádio, TV e Internet) – Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, 2020. (Página 119)
  • COMUNICAFFE. BWT Racing Point F1 Team will build a well in Gambia for every top ten finish in 2020. Comunicaffe. Milão, Itália, 31 jul. 2020. Disponível em: <https://www.comunicaffe.com/bwt-racing-point-f1-team-will-build-a-well-in-gambia-for-every-top-ten-finish-in-2020/>. Acesso em 12 ago. 2020. Apud ALVES, Rebeca Pinheiro Rodrigues. A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país. Orientador: Renato Tavares Júnior. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação em Rádio, TV e Internet) – Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, 2020. (Página 119).
  • LOS ANGELES FIRE DEPARTMENT FOUNDATION. Lance Supports the LADF. Los Angeles Fire Department Foundation. Disponível em: <https://supportlafd.org/donate/lance-stroll.html>. Acesso em 25 ago. 2020. Apud ALVES, Rebeca Pinheiro Rodrigues. A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país. Orientador: Renato Tavares Júnior. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação em Rádio, TV e Internet) – Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, 2020. (Página 119).
  • ALVES, Rebeca Pinheiro Rodrigues. A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país. Orientador: Renato Tavares Júnior. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação em Rádio, TV e Internet) – Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, 2020. (Página 119, nota de rodapé 309, e páginas 169 e 174-177). (Ações contra o racismo e cyberbullying).

 

7- Escândalo dos freios

 

8- “Erros individuais” levaram Sebastian Vettel a ser demitido pela Ferrari (depoimento de Martin Brundle)

 

9- Sebastian Vettel compra ações da Aston Martin

 

10- Discrepância de narrativas sobre a situação de Sergio Pérez

 

11- Depoimento falacioso de Lawrence Stroll em favor de Sebastian Vettel

 

12- Impacto do carro no desempenho dos pilotos

  • MATSUBARA, Vitor. Como funciona um carro de Fórmula 1? Papo de Homem. 08 nov. 2013. Disponível em: <https://papodehomem.com.br/como-funciona-um-carro-de-formula-1/>. Acesso em 25 out. 2020. Apud ALVES, Rebeca Pinheiro Rodrigues. A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país. Orientador: Renato Tavares Júnior. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação em Rádio, TV e Internet) – Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, 2020. (Página 121).

 

12- Embasamento teórico

  • SHAPIRO, Ben. Bullies. 1. ed. Nova York, Estados Unidos. Threshold Editions, 2013. 325 p.
  • COHN, Gabriel. Escola de Frankfurt. In. CITELLI, Adilson et al. Dicionário de Comunicação: escolas, teorias e autores. 1. ed. São Paulo. Contexto, 2014. 557 p.
  • GUINDANI, Joel Felipe; SILVA, Éderson. O sensacionalismo é a alma do negócio. Observatório da Imprensa. 12 abr. 2011. Disponível em: <http://www.observatoriodaimprensa.com.br/jornal-de-debates/o-sensacionalismo-e-a-alma-do-negocio/>. Acesso em 12 jan. 2021.
  • ALVES, Rebeca Pinheiro Rodrigues. A Fórmula 1 no Brasil: Uma análise sobre a transmissão televisiva no país. Orientador: Renato Tavares Júnior. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação em Rádio, TV e Internet) – Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, 2020. (Capítulos 3 e 4, páginas 53-123).

 

6- Fotos

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