Renault: Um Passado Que Condena

Durante a temporada de 2020, a Renault F1 Team lançou quatro protestos contra a Racing Point F1 Team alegando que a rival havia copiado o projeto de freios da Mercedes-Benz Grand Prix Limited. As reclamações começaram após o Grande Prêmio da Estíria, o qual os carros do time inglês terminaram à frente dos da escuderia francesa (Sergio Pérez e Lance Stroll cruzaram a linha de chegada respectivamente em sexto e sétimo lugar, enquanto Daniel Ricciardo foi o oitavo colocado e Esteban Ocon abandonou). Desde então, em toda corrida em que os pilotos da Racing Point superavam os da Renault, o time comandado pelo controverso Cyril Abiteboul lançava um novo protesto. Apenas no Grande Prêmio da Grã-Bretanha, em que Ricciardo e Ocon terminaram à frente de Stroll, não houve reclamações.

A priori parece infantil a postura da Renault de querer desclassificar sua adversária porque não consegue vencê-la nas pistas. Todavia, se for analisado o passado da equipe, marcado por trapaças e falcatruas que, inclusive, custaram a carreira de um jovem piloto brasileiro filho de um tricampeão, é possível notar a leviandade e hipocrisia do time francês e levantar a hipótese de que, além de querer subir na classificação do campeonato sem mérito, ela procura apagar seu histórico manchado. Esta matéria fará um breve retrospecto da história da Renault na Fórmula 1 para identificar qual é o verdadeiro objetivo da escuderia em se prestar a esse papel tão baixo.

 

1- Origens obscuras: colaboração com o nazismo

 

A Renault foi fundada como empresa em 1899 por Louis Renault, um industrial de Paris. Em 1938, o empresário se reuniu com Adolf Hitler em pessoa e no ano seguinte se tornou um dos principais fornecedores do exército francês. A Resistência Francesa passou a rejeitá-lo por sua aparente colaboração com o governo de Vichy, que estava a serviço dos nazistas. Em 1942, a força aérea britânica bombardeou as instalações da Renault para enfraquecer o abastecimento das tropas aliadas à Alemanha. Dois anos depois, Louis Renault foi preso acusado de colaborar com os nazistas. Suas fábricas foram expropriadas pelo governo francês.

 

Louis Renault, fundador da Renault e colaborador do regime nazista. (Foto: Famous People) [1]

 

A figura de Louis Renault ainda gera controvérsia entre os historiadores. Alguns afirmam que ele apoiou o nazismo por interesses econômicos, outros dizem que ele foi forçado a colaborar com o regime de Vichy. De qualquer maneira, a empresa teve um papel ativo na Segunda Guerra Mundial, abastecendo o exército francês, aliado de Hitler na época. Muitas fabricantes de carro europeias tiveram experiências parecidas, principalmente as alemãs, e hoje tentam apagar essa mancha em seu passado. Com a Renault não é diferente.

 

2- A Renault enquanto escuderia: um começo desastroso

 

O irmão de Louis Renault, Michel, era apaixonado por automobilismo. Isso despertou o interesse da empresa pelo esporte. No entanto, a Renault ingressou na Fórmula 1 como escuderia somente em 1977. Seu primeiro ano na categoria foi um fracasso. Correndo com apenas um piloto, Jean-Pierre Jabouille, a Équipe Renault Elf encerrou a temporada sem pontos e sem um lugar de classificação. Das oito corridas que participaria, Jabouille desistiu de três, abandonou quatro e não se qualificou para uma.

 

Jean-Pierre Jabouille: primeiro piloto da Renault. (Foto: Carthrottle) [2]

 

No ano seguinte, a escuderia marcou seus primeiros pontos no Grande Prêmio dos Estados Unidos, o qual Jabouille terminou em quarto lugar. A Renault foi a 12ª colocada na classificação final, com três pontos. A primeira vitória do time ocorreu no Grande Prêmio da França de 1979, que colocou a equipe no sexto lugar entre as construtoras, mas também foi a única corrida no qual a Renault pontuou.

 

3- Anos 80: do céu ao primeiro hiato

 

Assim como a Williams, a Renault teve boas temporadas na década de 80. Correndo com Jean-Pierre Jabouille e René Arnoux, a Renault foi a quarta colocada em 1980 (com 38 pontos). No ano seguinte, Alain Prost substituiu Jabouille e o time ficou em terceiro lugar no campeonato, com 54 pontos, repetindo a classificação em 1982, com 62 pontos. O americano Eddie Cheever substituiu Arnoux em 1983, tornando-se o primeiro piloto não-francês a competir pela escuderia, que foi a vice-campeã daquele ano com 79 pontos.

 

Alain Prost foi um dos pilotos da Renault nos anos 80. Hoje, é um de seus embaixadores. (Foto: Renault) [3]

 

Em 1984, a Renault foi a quinta colocada na classificação final, com 34 pontos, e no ano seguinte ficou em sétimo lugar entre as construtoras, com 16 pontos. Patrick Tambay foi seu principal piloto nesses anos, sendo companheiro de Derek Warwick em 1984 e de François Henault em 1985. No ano seguinte, a Renault deixou de participar na Fórmula 1 como escuderia, limitando-se ao papel de fornecedora de motor para as equipes Lotus, Ligier e Tyrrell. Em 1987, ela deixou de fornecer motores, entrando em um hiato que só foi encerrado dois anos depois, quando equipou a vice-campeã Williams.

 

4- Anos 90: sucesso com as campeãs e segundo hiato

 

Durante quase toda a década de 90, a Renault permaneceu como fornecedora de motor na Fórmula 1. Suas parcerias mais bem-sucedidas foram com a Williams e a Benetton, que conquistaram títulos entre 1992 e 1997 (sendo cinco campeonatos vencidos pela Williams e um pela Benetton). No entanto, em 1998, apesar do auge de seus motores, a Renault saiu novamente da Fórmula 1, voltando novamente apenas em 2001, como fornecedora de motor da Benetton, que encerrou o ano no sétimo lugar, com 10 pontos.

 

Michael Schumacher na Benetton em 1994. A equipe utilizava motores Renault. (Foto: site oficial de Michael Schumacher) [4]

 

Até então, a atitude da Renault era encarada como estranha aos olhos de suas concorrentes. Sabe-se que o automobilismo é uma categoria esportiva com muitos custos, mas os resultados obtidos pelas clientes da marca francesa justificariam os investimentos, pois as recompensas pagas pela FIA seriam altas. Nas décadas seguintes, a Renault evitou hiatos, mas embora seus resultados tivessem melhorado, sua participação na Fórmula 1 foi acompanhada de episódios polêmicos.

 

5- Anos 2000: o auge, a ruína e o Singaporegate (ou Crashgate)

 

Em 2002, a Renault voltou para a Fórmula 1 como escuderia, sob o nome de Mild Seven Renault F1 Team. Seus pilotos eram Jarno Trulli e Jenson Button, que lhe renderam 23 pontos e colocaram a equipe no quarto lugar do campeonato. No ano seguinte, o qual o time repetiu a posição de classificação (com 88 pontos), Button foi substituído por um dos pilotos mais controversos da história do esporte: o espanhol Fernando Alonso. Embora responsável pelos melhores momentos da Renault, Alonso foi também um dos personagens de um episódio tão polêmico que atingiu várias equipes e pilotos naquela década.

 

Fernando Alonso ao lado de Michael Schumacher no Grande Prêmio de San Marino de 2005. Aquele ano marcou o primeiro título da Renault na Fórmula 1. (Foto: EssentiallySports) [5]

 

Depois de terminar a temporada de 2004 em terceiro lugar, a Renault conquistou seu primeiro título em 2005. Alonso teve sete vitórias, 15 pódios e mais uma chegada na zona de pontuação, somando 133 pontos. Seu companheiro, Giancarlo Fisichella, somou 58 pontos, com uma vitória, três pódios e mais oito chegadas na zona de pontuação. Além do título, foi a primeira vez que a Renault ultrapassou os 100 pontos em uma temporada, conquistando 191 no total. Em 2006, Alonso repetiu o feito, tornando-se bicampeão com sete vitórias, 14 pódios e mais duas chegadas na zona de pontuação. Fisichella obteve 72 pontos, com uma vitória, cinco pódios e mais 11 chegadas na zona de pontuação. Tendo marcado 206 pontos em 2006, a Renault perdeu Alonso no ano seguinte para a McLaren, na qual o espanhol correu ao lado do estreante Lewis Hamilton, mas o recebeu de volta em 2008. Mesmo com um bom resultado (terceiro lugar entre as construtoras, com 51 pontos) o time francês passou pelo primeiro aperto de sua história no Grande Prêmio do Canadá, no qual Fisichella foi desclassificado após sair do pit lane quando a luz vermelha estava acesa.

 

Giancarlo Fisichella correndo pela Renault. (Foto: Pinterest) [6]

 

Mas a punição a Fisichella estava longe do estrago que viria a acontecer em 2008. Correndo sob o nome de ING Renault F1 Team, a escuderia contratou Nelson Piquet Jr., filho do tricampeão Nelson Piquet, para substituir Fisichella. Naquele ano, Alonso estava longe de seus brilhantes resultados de outrora, e Piquet Jr. (conhecido no Brasil como “Nelsinho”) enfrentava dificuldades para pontuar. Foi então que, na 15ª etapa da temporada, o chefe de equipe Flavio Briatore colocou em prática um plano mirabolante para que o espanhol voltasse a vencer. Ordenou a Nelsinho que batesse seu carro na curva 17 para forçar a entrada do safety car. Com essa manobra, o grid mudou radicalmente. Fernando Alonso venceu a corrida, com Nico Rosberg em segundo e Lewis Hamilton em terceiro. Felipe Massa, que havia liderado boa parte da prova, foi o mais prejudicado a curto prazo: cruzou a linha de chegada em 13º lugar, tendo perdido muito tempo em um pit stop desastroso feito às pressas pelos mecânicos da Ferrari. Alguns torcedores e analistas afirmam que uma vitória de Massa em Singapura, que era dada como certa até a batida de Nelsinho, possibilitaria a conquista do título, que foi vencido por Hamilton.

 

Nelson Piquet Jr. (“Nelsinho”) batendo na curva 17 no Grande Prêmio de Singapura de 2008, conhecido como “Singaporegate” ou “Crashgate”. (Foto: EssentiallySports) [7]

 

Nelsinho foi demitido após o Grande Prêmio da Hungria de 2009. Seu pai recomendou ao filho que delatasse o esquema de Briatore, pois não era justo que o jovem piloto fosse prejudicado por uma ideia de seus superiores. Um inquérito foi instaurado, resultando no banimento de Briatore da Fórmula 1 para toda sua vida e de Pat Symonds, diretor de engenharia da Renault, por cinco anos. Alonso foi inocentado após dizer em tribunal que não sabia do esquema. A justiça francesa intercedeu pela Renault e revogou os banimentos, mas tanto Briatore quanto Symonds aceitaram não voltar mais à Fórmula 1.

 

Flavio Briatore: chefe de equipe da Renault em 2006 e mentor do Crashgate. (Foto: Gero Breloer/EPA) [8]

 

Se na época todas as equipes tivessem agido como a Renault fez em 2020, a escuderia francesa teria sido banida da Fórmula 1 igual a Briatore. O caso, apelidado de “Singaporegate” e de “Crashgate”, não apenas beneficiou Alonso e sua equipe, como prejudicou diretamente a luta de Massa pelo título e a carreira de Nelsinho.

 

6- Renault F1 Team: um velho lobo em nova pele de cordeiro

 

Apesar do vexame do Singaporegate, a Renault não foi banida da Fórmula 1. Com a saída de seus principais patrocinadores, o grupo ING e a Mutua Madrileña, devido à polêmica, o time adotou o nome de Renault F1 Team a partir da temporada de 2010. Tendo sua dupla de pilotos formada por Robert Kubica e Vitaly Petrov, a escuderia começou a década ficando em quinto lugar entre as construtoras, com 163 pontos. No ano seguinte, fez uma fusão com a Lotus que durou até 2014 (a palavra “Renault” saiu do nome da escuderia em 2012). Em 2015, a Lotus correu seu último ano na Fórmula 1, utilizando motores Mercedes. Um ano depois, a Renault saiu dos bastidores e voltou para a categoria como escuderia. Sua principal cliente, a Red Bull (que foi tetracampeã entre 2010 e 2013 com Sebastian Vettel), continuou usando os motores da Renault, mas sob o nome TAG-Heuer.

O primeiro ano do novo retorno da escuderia francesa não foi muito bom. Seus pilotos eram Kevin Magnussen e Jolyon Palmer. Pontuando em apenas três corridas, a Renault foi a nona colocada entre as construtoras, com apenas nove pontos. O ano seguinte foi melhor, com um sexto lugar na classificação final e 57 pontos. Nico Hülkenberg substituiu Palmer no meio da temporada. Em 2018, Carlos Sainz Jr. se juntou ao time em busca de oportunidades de crescimento na carreira. Pontuando em mais ocasiões, a Renault conseguiu o quarto lugar no campeonato.

 

Nico Hülkenberg e Daniel Ricciardo foram desclassificados do Grande Prêmio do Japão de 2019. (Foto: Instagram) [9]

 

No ano seguinte, porém, a situação foi bem diferente. Mesmo contando com bons pilotos, o desempenho do carro apresentou vários problemas, impedindo que Daniel Ricciardo e Nico Hülkenberg alcançassem melhores posições. Seu pior momento foi no Grande Prêmio do Japão, do qual seus dois pilotos foram desclassificados por irregularidades no carro. A Renault somou 91 pontos, fechando 2019 com o quinto lugar. Em 2020, com a saída de Hülkenberg, o time francês contratou um piloto quase tão polêmico quanto Alonso: Esteban Ocon. O hispano-francês havia ficado um ano fora da Fórmula 1 após suas escolhas e decisões terem lhe custado chances em praticamente todas as escuderias (para saber mais, leia Entenda o caso Esteban Ocon).

Terminando 2019 à frente da Racing Point, a Renault não se conformou com o excelente desempenho de sua rival no começo de 2020. Acusou a escuderia britânica de copiar os sistemas da Mercedes, visando desclassificar Sergio Pérez e Lance Stroll das corridas concluídas até então e garantir pontos extras a Ricciardo e Ocon. A “denúncia” tem duas faces, que serão desvendadas a seguir.

 

7- Denunciando a Racing Point: o sujo falando do mal lavado

 

É óbvio que, se houve de fato irregularidades, a Racing Point deveria ser responsabilizada por seus atos e sofrer as devidas sanções. Afinal, nenhuma equipe está acima do regulamento. No entanto, os julgamentos da FIA tendem a ser questionáveis. Um bom exemplo foi a cumplicidade do órgão com a Ferrari, quando a federação acobertou as alterações no carro da escuderia italiana em 2019, abrindo espaço para dúvidas a respeito da legalidade dos ajustes. Das nove equipes restantes, sete se juntaram em uma queixa coletiva contra o acordo entre Ferrari e FIA (apenas as equipes clientes dos motores Ferrari, Alfa Romeo e Haas, ficaram de fora, porém, a Mercedes retirou a queixa semanas depois). As explicações do presidente da federação, Jean Todt (ex-chefe de equipe da Ferrari) não foram convincentes, e o mesmo chegou a declarar que não podia revelar mais detalhes sem a aprovação do time italiano.

 

O famoso duplo-padrão da FIA [10]

 

Como a Racing Point foi uma das integrantes da queixa coletiva, a Ferrari foi uma das equipes a se intrometer no protesto da Renault (mesmo o time francês também fazendo parte da queixa), insinuando que o time inglês deveria ser punido. A McLaren, concorrente da Racing Point em 2020, insinuou que houve cópia, mas que esta não merecia nenhuma sanção. A Mercedes negou participação no projeto da Racing Point, e esta por sua vez sempre alegou sua inocência, afirmando que o desenvolvimento de cada parte do carro foi feito sob a fiscalização da própria FIA.

No dia 7 de agosto, a FIA anunciou que a Racing Point perderia 15 pontos e receberia uma multa, mas a pontuação de seus pilotos permanece inalterada. No entanto, cabe recurso contra a decisão. Com isso, Renault e Ferrari saíram beneficiadas, subindo de posição no ranking das construtoras. A denúncia em si, aparentemente, visaria justiça, pois uma das equipes competidoras estaria burlando o regulamento. No entanto, por que justamente a Renault, cujo passado foi marcado por escândalos, foi a responsável pelo protesto? Se tantos times depois se atreveram a comentar o caso, insinuando culpa da Racing Point, por que nenhum deles moveu o protesto? A resposta é simples: a Renault sabe que não é capaz de produzir um carro para competir de igual para igual com a Racing Point e a McLaren em 2020, portanto, recorrendo aos valores de Flavio Briatore, resolveu arrancar uma “vitória” à força, mexendo na classificação das construtoras. O órgão que julgou o caso também não seria o mais indicado para a função, já que possui histórico de favorecimento à Ferrari, mas é o único que a Fórmula 1 tem para situações como esta.

 

Resumo da ópera [11]

 

8- Conclusão

 

A história da Renault foi construída em cima de episódios lamentáveis. O fundador da marca foi um colaborador do regime nazista. A escuderia passou por dois hiatos entre os anos 80 e 90. Seus dirigentes destruíram a carreira de Nelson Piquet Jr. para que Fernando Alonso tivesse uma vitória em 2008, atrapalhando o rumo de Felipe Massa ao título. Na década de 2010, escondeu seu nome para não passar a vergonha de ser lembrada pelo Singaporegate (ou Crashgate). Atualmente, incapaz de fazer frente à concorrência, se utiliza de meios judiciais para subir de posição no campeonato.

Se a Renault estivesse mesmo sedenta por justiça, se desculparia a todos que prejudicou em sua história e, no mínimo, se retiraria da Fórmula 1 e pararia de manchar o esporte com sua participação vergonhosa. Valores morais é o que esse time não pode alegar, pois deseja que sua concorrente assuma um papel coadjuvante no esporte e que seja conhecida mais pelos memes feitos por torcedores de equipes rivais do que por resultados. A história prova que a verdadeira intenção da Renault é, como se diz no Brasil, ganhar no “tapetão” (sem méritos e por meio de decisões fora dos eventos esportivos). Afinal, se todos os campeonatos forem decididos na justiça, não há necessidade de os carros irem para a pista. Se tem uma coisa que a Renault definitivamente não pode acusar a Racing Point é de agir de má fé, pois nisso a equipe francesa já é especialista.

 

Que coisa, não? [12]

 

9- Bibliografia

 

 

10- Fotos

Obs.: Nenhuma das fotos inseridas neste artigo, exceto a montagem, pertence a mim. Este site possui fins informativos, não comerciais. Abaixo estão indicados os links de onde tirei as fotos. Todos os direitos reservados.

2 respostas
  1. Helena Pinheiro
    Helena Pinheiro says:

    O artigo está bem fundamentado, baseado em fatos concretos. As fotos reafirmam o exposto. A equipe francesa tem que entender o que é ESPORTE!

    Responder
    • Rebeca Pinheiro
      Rebeca Pinheiro says:

      Exatamente, Helena! Esporte se decide no campo, na quadra ou na pista. Temos que deixar os tribunais para os crimes.
      Infelizmente, a Renault decidiu prejudicar a Racing Point em vez de seguir o exemplo da rival e criar um bom carro para conquistar pontos por mérito próprio. Uma equipe com um teto de vidro desses deve tomar cuidado, pois não poderá reclamar se um dia pisar no tomate outra vez e a Racing Point recorrer ao mesmo recurso judicial para puni-la.
      Obrigada pelo elogio 🙂

      Responder

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