Análise Grande Prêmio do Brasil de 2019 | 2019 Brazilian Grand Prix Analysis

Ocorrido no dia 17 de novembro, o Grande Prêmio do Brasil de 2019 foi uma corrida enérgica e emocionante. Abandonos imprevisíveis e lutas impressionantes marcaram a penúltima etapa do ano, no Autódromo José Carlos Pace, no bairro de Interlagos, zona sul de São Paulo.

Max Verstappen (Red Bull) largou da pole position, dividindo a primeira fila com Sebastian Vettel (Ferrari). Pouco depois da largada, Lewis Hamilton (Mercedes) ultrapassou o alemão e começou a caça ao holandês. O companheiro de Vettel. Charles Leclerc, largou em 14º após levar uma punição, porém em poucas voltas chegou ao sexto lugar. Também no começo da prova, Daniel Ricciardo (Renault) e Kevin Magnussen (Haas) se chocaram, levando o dinamarquês a sair da pista e o ítalo-australiano a trocar a asa dianteira. Ricciardo foi punido com 5 segundos pela colisão.

A Mercedes chamou Hamilton para os boxes para tentar um undercut em Verstappen, porém trocou os pneus macios por outros do mesmo tipo. A Red Bull reagiu e chamou Max para a troca de pneus na volta seguinte, também trocando os pneus macios por outros macios. Com isso, tanto Lewis quanto Verstappen seriam obrigados a fazer mais uma troca para usar dois tipos diferentes de pneus. Max voltou à frente (mesmo com Robert Kubica, da Williams, atrapalhando sua saída dos boxes) e conseguiu recuperar a liderança após as paradas de Vettel e Valtteri Bottas (Mercedes). Os líderes algumas voltas mais tarde trocaram seus pneus macios por médios. Kubica foi punido com 5 segundos pela “gracinha”.

Algum tempo depois, Bottas começou a perseguir Leclerc. O carro da Mercedes se aproximava bem da Ferrari, mas não conseguia ultrapassá-la. O motor de Bottas começou a fumar e o finlandês parou seu carro perto da saída dos boxes. O safety car foi chamado e Verstappen foi para os boxes trocar seus pneus médios por macios, tornando Lewis novamente o líder da prova. No entanto, após a saída do safety car, Max o ultrapassou e retomou o primeiro lugar. Em seguida, Alexander Albon (Red Bull) conseguiu bloquear um ataque de Vettel. Pouco tempo depois, Leclerc tentou ultrapassar o companheiro, mas Sebastian não deu muito espaço para Charles. Os dois acabaram batendo, causando um duplo abandono da equipe. Lance Stroll (Racing Point) acabou passando por cima de um pedaço das Ferraris e foi obrigado a deixar a prova. Esse foi o primeiro abandono do piloto indígena desde o Grande Prêmio da Espanha de 2019.

Com Verstappen na liderança, houve uma briga entre Albon e Hamilton que fez com que o tailandês virasse o carro e fosse para o fim do grid. Com isso, o beneficiado foi Pierre Gasly (Toro Rosso), que assumiu o segundo lugar. Os comissários (sempre eles) decidiram analisar o incidente após o fim da corrida. Nico Hülkenberg (Renault) foi penalizado com 5 segundos por ultrapassar Magnussen antes da re-largada.

Max Verstappen foi o grande vencedor, com Pierre Gasly em segundo e Lewis Hamilton em terceiro. Com certeza, o Grande Prêmio do Brasil de 2019 foi melhor do que a edição do ano anterior, arruinada pelo infame piloto sem talento Esteban Ocon. Max sai vitorioso, com uma corrida vencida por seu talento e arrojo. Como recompensa, recebeu um troféu que homenageia Ayrton Senna. Hamilton pode até ser o campeão e ser lembrado como um fã de Senna, mas se a alma de Ayrton já reencarnou, muito provavelmente ela está agora no corpo de Verstappen.  

Atualização: Hamilton foi punido com 5 segundos pela colisão com Albon. Com isso, Sainz herda o pódio.

Max Verstappen: a reencarnação de Ayrton Senna

Notas  

Corrida: 10

Pilotos

  1. Max Verstappen: 10
  2. Pierre Gasly: 7
  3. Carlos Sainz Jr.: 9
  4. Kimi Raikkonen.: 9
  5. Antonio Giovinazzi: 9
  6. Daniel Ricciardo: 9
  7. Lewis Hamilton: 8
  8. Lando Norris: 5
  9. Sergio Pérez: 9
  10. Daniil Kvyat: 7
  11. Kevin Magnussen: 6
  12. George Russel: 2
  13. Romain Grosjean: 3
  14. Alexander Albon: 9
  15. Nico Hülkenberg: 5
  16. Robert Kubica: 0

  Abandonaram:

  1. Sebastian Vettel
  2. Charles Leclerc
  3. Lance Stroll
  4. Valtteri Bottas

 Driver of the Day (escolhido pelo público): Max Verstappen

Melhor piloto: Max Verstappen

Pior piloto: Robert Kubica (graças a Deus sai da Fórmula 1 ano que vem!!!)

Análise GP do Brasil de 2018

Depois de sabotar a corrida de Max e apanhar dele, Esteban diz que isso não é atitude de homem. Atitude de homem é jogar o carro para cima dos outros, né? Tira esse uniforme porque você não é “caveira”. Você é MOLEQUE, Ocon. Só para lembrar, Max está na Fórmula 1 para o ano que vem, você não (graças a Deus!). Max tem vitórias, você não. Max tem pódios, você não. Max tem recordes, você não. Max é um mito, você não.

Mas todas as palavras são poucas para descrever a atitude anti-esportiva do ser humano chamado Esteban Ocon (Force India). O Grande Prêmio do Brasil de 2018, que ocorreu no dia 11 de novembro, tinha tudo para ser a melhor corrida do ano, pois as disputas por posições dominaram o evento. Lewis Hamilton (Mercedes), que largou da pole, fez um bom trabalho, indiscutível. Mas Max Verstappen (Red Bull), foi o destaque do dia. Ultrapassou diversas vezes, superou pilotos como Kimi Raikkonen (Ferrari) e Sebastian Vettel (Ferrari) e liderou boa parte da prova.

Verstappen com certeza teria vencido. A Mercedes de Hamilton sofria com problemas de potência no motor e bolhas dos pneus. Mas, o piloto mais superestimado da história da Fórmula 1 resolveu fazer uma manobra antiética, jogando sua Force India para cima de Max Verstappen mesmo sendo retardatário. É possível imaginar o que se passa na cabeça de Ocon: inveja por ter vencido a Fórmula 3 em 2014, mas Verstappen ter subido à Fórmula 1 primeiro por ter mais talento e chamar mais a atenção dos executivos. Verstappen teve pontos e recordes em seu primeiro ano na Fórmula 1, Stroll teve pódio, pontos e recordes. Ocon não teve NADA em sua primeira temporada e está a DOIS ANOS SEM PÓDIO, embora alguns “espertinhos” ainda insistam que ele tenha talento e seja mais merecedor da vaga do que Stroll ou Verstappen.

Infelizmente, a burrada desse competidor ofuscou o resto da corrida. Não digo que Hamilton deveria parar e deixar Verstappen passar (até porque, cada piloto corre por si e deve fazer seu melhor para alcançar o melhor resultado). Todas as lutas da corrida, entre Raikkonen e Valtteri Bottas (Mercedes), entre Ricciardo e Vettel, entre os pilotos da Renault e entre Verstappen e Hamilton merecem atenção. Lembrando também que Marcus Ericsson (Sauber) e Nico Hülkenberg abandonaram a prova por problemas mecânicos. Ericsson chegou até mesmo a rodar na pista.

Lewis Hamilton foi o vencedor, marcando a 7ª das últimas 19 corridas em Interlagos que o pole position vence a prova. Max Verstappen, o VENCEDOR moral dessa corrida foi o segundo colocado, e Kimi Raikkonen o terceiro. Não desmereço o trabalho de Hamilton, nem vou criticar sua comemoração exacerbada em contraste com a frustração do jovem Verstappen. Mas faço minhas as palavras de um usuário do Instagram, que disse: “Acabaram com sua corrida, mas não com o amor dos fãs, Hail Max”. O Brasil agradece o carinho que você tem com o nosso país e o respeito à nossa cultura: escreveu Brasil com S, jogou futebol na Vila Madalena… os fãs brasileiros amam Max Verstappen, o Brasil ama Max Verstappen. Felipe Massa disse bem: “a torcida vibra com ele”. Quanto a Ocon, o castigo vem a cavalo: a Williams assinou com Robert Kubica e Esteban, graças a Deus, está fora. O Brasil odeia Esteban Ocon, o pior piloto da história da Fórmula 1.

 

Notas

Corrida: 8 (era pra ser 10, mas o Ocon ferrou com tudo)

Pilotos

  1. Lewis Hamilton: 8
  2. Max Verstappen: 10 (um dos melhores pilotos da história)
  3. Kimi Raikkonen: 8
  4. Daniel Ricciardo: 9
  5. Valtteri Bottas: 7
  6. Sebastian Vettel: 7
  7. Charles Leclerc: 6
  8. Romain Grosjean: 6
  9. Kevin Magnussen: 6
  10. Sergio Perez: 6
  11. Brendon Hartley: 6
  12. Carlos Sainz Jr.: 6
  13. Pierrr Gasly: 6
  14. Stoffel Vandoorne: 6
  15. Esteban Ocon: 0 (merecia ser desclassificado)
  16. Sergey Sirotkin: 6
  17. Fernando Alonso: 5
  18. Lance Stroll: 6

 

Abandonaram

  1. Nico Hülkenberg
  2. Marcus Ericsson

 

Driver of the Day (escolhido pelo público): Max Verstappen

Melhor piloto: Max Verstappen

Pior piloto: Esteban Ocon (nem piloto ele é, teve sorte de conhecer o Toto Wolff).